Arquivo de Março de 2008

Canapés de kani-kama

Canapés - Canapés

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Canapés de tomate seco

Cobertura de tomate cereja com manjericão
Canapés - Canapés

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Doce Fino com nozes dourado

Doces Finos - Doces Finos

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Manju (pronúncia: mandyu)

Um dos doces mais populares do Japão
Manju - Manju

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Doce fino com decoração em formato de rosa

Doces Finos - Doces Finos

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Bolo artístisco de casamento com várias orquídeas comestíveis

Bolo Casamento - Bolo Casamento

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Doces Finos. Clientes do Yamaga são chiques, exigentes e finos.

Doces Finos - Doces Finos

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Rocambole de creme com ameixa. Eu adoro! é tudo de bom!

Rocambole - Rocambole

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Trabalho de várias horas, devido as flores serem comestíveis.

Bolo de Aniversario - Bolo de Aniversario

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Lideranças se reúnem em Brasília para lançar o Movimento Nacional de Defesa dos Bares e Restaurantes

Movimento Nacional - Movimento Nacional
Nos dias 11 e 12 de março, lideranças do setor de alimentação fora do lar, que representam cerca de 6 milhões de empregos em todo o País, reunidas em Brasília se mobilizarão contra medidas abusivas impostas aos bares, restaurantes e lanchonetes.

A mobilização é organizada pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e a Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS) e conta com o apoio da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH).

Presidentes e representantes de sindicatos e associações do setor participarão de um grande debate do qual sairá uma carta aberta à população, a ser entregue no dia 11 de março, ao presidentes da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia e do Senado, Garibaldi Alves Filho. As lideranças farão ainda um trabalho de “corpo a corpo” para expor a situação e pedir apoio aos parlamentares para as causas do setor.

Nos últimos meses, os bares, restaurantes e lanchonetes vêm sofrendo com uma avalanche de leis pirotécnicas que propõem soluções simplórias e “fórmulas mágicas” para problemas históricos brasileiros, especialmente nas áreas de saúde e segurança pública. Uma postura que nos remete a um passado não muito distante, quando nossos governantes optaram por medidas mirabolantes para estabilizar a economia e conter a inflação, como aconteceu, por exemplo, com os planos Cruzado (1986/Dilson Funaro), Bresser (1987), Plano Verão (1989/José Sarney), Cruzado Novo (1989/Maílson da Nóbrega) e o Plano Collor (1990). Deu no que deu.

Frente às últimas medidas impostas pelo poder público, as lideranças do setor perceberam a necessidade de adotar uma postura incisiva no enfrentamento dessas questões e criaram o Movimento Nacional de Defesa dos Bares e Restaurantes. Empresários e profissionais do segmento e das entidades representativas farão um grito de alerta e lutarão contra medidas inócuas e enganosas, lançadas por alguns políticos.

“Estamos sensíveis e alinhados com as demandas e angústias da sociedade e queremos colaborar para encontrar soluções que realmente resolvam problemas como conter a violência, reduzir o número de mortes nas estradas, preservar os direitos do cidadão fumante, bem como garantir a saudabilidade dos alimentos. Mas, para isso, precisamos ser ouvidos. Não fomos consultados e estamos sendo ignorados”, disse o presidente executivo da Abrasel, Paulo Solmucci Júnior. Segundo ele, o que o setor não admite mais é que alguns políticos continuem enganando o povo com medidas fáceis e estratégias de marketing que aparentam ser soluções mas, na verdade, escondem e mascaram o real problema, transferindo-o, ainda mais grave, para os próximos gestores.

“Sabemos que estas leis que estão sendo propostas não vão resolver nada. A solução no nosso ponto de vista passa, necessariamente, pela educação. É preciso investir em educação, palavra que não agrada aos representantes do poder público, pois traz resultados em longo prazo e o que mais temos, no país, são políticos imediatistas, loucos por um espaço na mídia”. O presidente acrescenta ainda que, para questões como aumento da criminalidade e violência, não há nenhum estudo que comprove a relação de causa e efeito entre fechar o bar e a solução do problema. “Nunca conseguiram apontar isso. Eficiente é aumentar e treinar o efetivo policial, aparelhar as polícias e órgãos de segurança pública, criar um disque denúncia, integrar as ações entre as polícias Civil, Militar e a Guarda Civil Metropolitana, demitir policiais corruptos, instalar câmeras de segurança, entre outras ações. Fechar bar não resolve”.

O setor está pronto para contribuir para promover uma melhor vigilância nas regiões onde há maior incidência de criminalidade. É o que garantem as lideranças. “Junto com as empresas fornecedoras de bebidas e os nossos parceiros, nos comprometemos em participar do esforço de educar e treinar os profissionais do segmento para identificar situações de risco e inclusive denunciar quando necessário. É preciso que o poder público faça cumprir as leis já existentes e fiscalize de forma efetiva”, conclui Solmucci.

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